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             Muito comum nos dias de hoje, na era da Internet, são as páginas de notícias on-line. Quem acessa pode encontrar todas as matérias publicadas em jornais ou revistas ou passadas na TV. Praticamente todos os meios de comunicação possuem uma página na web. É uma forma prática, rápida e cômoda de se obter informações. E somente aquelas desejadas, de forma interativa.

             Interatividade é o que muitas pessoas buscam. Sites interessantes e com caminhos para deixar a passividade de ser nada mais que leitor.

              A página do Jornal Tribuna de Minas na Internet possui uma seção que se chama “Eu Fui”, onde as pessoas que tenham ido a algum evento cultural em Juiz de Fora ou região, podem retratá-lo em forma de texto e enviar para o site do jornal para ser publicado. E ainda o espaço “Arena” para artistas e produtores culturais publicarem seus artigos. Quanto as suas imagens, são apenas fotografias jornalísticas, não interativas.

             Porém mais interessante e interativo é o site Último Segundo, que possui um painel de controle para quem acessa, com comandos que levam a página para o seu site, adicionar aos seus favoritos, receber por RSS, entre outros. Também as seções “Fale com os políticos”, “Fala internauta”, Blogs, Opinião. E ainda links úteis como consulta ao CPF e CNPJ on-line. Suas imagens são móveis, o leitor pode dispor do recurso de ter uma apresentação em slides das fotos apresentadas. O site dispõe também de uma seção multimídia com matérias em vídeo.

             Assim cada dia mais os usuários da grande rede web podem se sentir inseridos no meio dela, não apenas por serem utilizadores, mas por poderem transitar por ela interagindo com seus conteúdos.

             A interatividade que antes existia quase que exclusivamente no rádio e na TV, atualmente está sendo inserida no jornalismo.

            Com a popularização da internet, os consumidores de conteúdo, estão se tornando produtores. Qualquer pessoa pode escrever notícia e colocá-la na rede on-line. Porém, essa tendência chamada jornalismo colaborativo, que vem crescendo cada vez mais, precisa ser debatida. Porque uma pessoa comum, ao escrever determinado texto ou matéria para publicar, provavelmente não terá o trabalho de apurar os fatos, de checar as fontes, como faria um jornalista diplomado e consciente dessa importância.

             Essa é uma realidade atual, onde o jornalista não é mais detentor sozinho da informação, da produção dela. A Internet revolucionou a relação entre produtores e consumidores de conteúdo. Entretanto, algumas tarefas importantes para a veiculação da notícia, ainda necessitam dos conhecimentos adquiridos pelo jornalista em sua formação acadêmica.

IMPRENSA HETERARQUIZADA

 

As redações jornalísticas convencionais possuem um sistema hierarquizado, onde cada um possui sua função e assim a exercem. Mas isso está mudando. Uma nova era está chegando trazida pela palavra Heterarquia, que foi assunto de texto postado por Carlos Castilho em seu Blog no Observatório da Imprensa.

Heterarquia é o oposto de hierarquia, e significa organização social descentralizada. Ela faz parte de uma das novas modalidades de produção de notícias com a participação dos leitores, ouvintes ou expectadores. Diferentemente das redações tradicionais em todo o mundo, traduz uma forma de trabalho coletivo, onde não existem chefes, agendas ou métodos a serem seguidos. Mas sim noticias produzidas de forma colaborativa, como por exemplo na enciclopédia virtual Wikipédia.

Ambientes jornalísticos heterarquizados não possuem superiores, editores decidindo o que vai ou não ser publicado. É um sistema onde a discordância é a alma do negócio.  

           Numa época em que se discute a obrigatoriedade ou não do diploma de jornalista essa tal heterarquia colaborativa assustará os jornalistas. Afinal jornalismo colaborativo é interessante mas não possui a mesma fidedgnidade de um profissional por formação.

 

            Conhecer para saber fazer…Saber fazer, para fazer bem feito!!!

 

JORNALISTAS POR FORMAÇÃO!!!!

Jornalista.

Querem acabar com a sua regulamentação. Você vai deixar?

O Supremo Tribunal Federal está prestes a julgar o Recurso Etraordinário (RE) 511961 que desregulamenta a profissão de jornalista, com a retirada de um dos pilares de legislação profissional: a obrigatoriedade do diploma em Curso Superior de Jornalismo para que atividade seja exercida. 

O que isso vai significar?

O fim da profissão regulamentada de jornalista.

O agravamento da precarização das relações de trabalho tanto nos veículos de comunicação como nas assessorias de imprensa pública e privadas. O retrocesso a um tempo obscuro em que não existia democracia no acesso à profissão. Ingressava qualquer pessoa, mesmo sem condições técnicas, teóricas e éticas para o exercício de jornalismo.

Quem perde?

Perde você, jornalista. Perde a Sociedade.

Desde o início de século passado, os jornalistas brasileiros, com o apoio da sociedade, lutam pela formação específica. Ela é um dos instrumentos para a construção e defesa de um jornalismo independente, responsável, democrático, efetivamente voltado a atender ao interesse público.

Faça por você, faça pelo JORNALISMO BRASILEIRO!

Campanha em defesa da obrigatoriedade do diploma.

Uma campanha FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas

DIVULGUE, ABRACE ESTA CAUSA!!!

Nós futuros jornalistas temos  que lutar por nossos direitos…Afinal todo esse tempo de faculdade nos trará muita bagagem para o mercado lá fora…e qualquer pessoa não pode ocupar nosso lugar!!!

JORNALISTAS POR FORMAÇÃO!!!

          Através do jornal impresso, do rádio, da TV, o público estava acostumado com a narrativa de um fato noticiado da forma que sempre lhes foi apresentada. Isso veio gradativamente se modificando com as tranformações e evoluções trazidas pela internet. O que as pessoas, viam, ouviam ou liam de forma sempre certinha ou melhor de forma linear, atualmente é totalmente não-linear. Cada um vai atrás daquilo que lhe interessa ou que necessita naquele momento.   

          O link veio para transformar o hipertexto numa forma de leitura agradável e satisfatória para o leitor.

          O hipertexto permite que dentro de uma mesma página exista textos, sons e imagens numa conexão praticamente instantânea através dos links.

          Esta é uma forma nova de buscar notícia e não se deixar anestesiar pela enchurrada de informações muito superficiais que os outros meios nos passam. Mas é claro que precisamos também saber filtrar o “mundo” de informações advindas da internet. Escolher aquilo que nos interessa e que nos acrescente algo.

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